terça-feira, 3 de outubro de 2006

Nem tudo o que reluz é ouro

Já vi de tudo um pouco, já sofri muitos tipos de derrota, já tive a mente ofuscada por idéias do que poderiam ser, mas jamais foram.
Há pessoas que pouco se importam com isto e guardam toda a prendizagem que tiveram para si. Não os culpo, não os julgo, nem os repreendo. Mas muitas pessoas resumem todas estas Situações com o adágio que, na minha visão, expressa uma grande verdade. : "nem tudo que reluz é ouro".

Energia

Digam os cientistas que a energia é o produto da massa com a velocidade elevada ao quadrdo dividdo por dois.. Ou ainda que a constante elástica multiplicada pela distância ao quadrado multiplicado por meio seja outra forma de quantificar a energia.
E isto é real. Isto é uma das verdades.
Porém jamais devemos no esqueçer que há diversas definições para a mesma coisa devido às diversas formas como os seres humanos podem tratar as coisas. Taí uma coisa para se refletir.

Estar só e acompanhado ao mesmo tempo

Já atentou para o fato de que às vezes estamo sós e estamos mais bem acompanhados do que quando envoltos pela multidão? Que, quando rodeados por pessoas desconhecidas e/ou hostis, podemos perceber que é muito melhor estar só?
Pois bem, esta é a primeira consideração --quiçá a única-- de hoje.

sábado, 30 de setembro de 2006

Dia em que se nasce, dia em que se pensa

Uma única pergunta que vem a mente com relação a completar mais um ano de vida: tenho cumprido bem minha missão?

Sobre Falsidade e franqueza

Um dos problemas de maior vulto, em tempos atuais nos termos de relacionamento humano, é com relação às pessoas que teimam em confundir franqueza com sinceridade.
Mas por que isto? Ora a resposta é simples: as pessoas teimam em pensar que franqueza é uma virtude, sendo que não; ser franco se assemelha muito mais a ser falso, muitas vezes. Ser franco é dizer o quê pensamos sem uma reflexão profunda, ou seja, é taxar algo impensadamente, é pior que julgar; creio ter cometido este erro mais de uma vez quando ao lidar com as pessoas.
Talvez por ser franco, algumas vezes as pessoas me considerem fútil ou falso, mas realmente não sou, aliás muito pelo contrário: gosto de me aprofundar nos assuntos e entender os motivos dos porquês que elas acontecem, deste modo tentando evitar possíveis constrangimentos, gafes ou desentendimentos que podem cortar relações e/ou fazer com que se tenha uma idéia errada sobre mim.
Isto aconteceu não uma, nem duas, mas inúmeras vezes ao longo da minha curta história de vida que hoje chega aos dezesseis anos. Portanto, eu já estou acostumado com que possam dizer ou pensar sobre mim e eu entendo. Mas o que eu não admito é vir ferir meu orgulho ou tentar me inferiorizar, pois, como muitas vezes ajo como espelho (rebatendo possíveis impulsos, pensamentos e ofensas), é claro que a ofensa volta e muito pior.

P.S.: Se quem motivou este artigo algum dia por acaso lê-lo que o entenda como uma tentativa de pedir desculpas.

Faça o máximoo possível

Tudo que podia ter sido feito, tudo o que podia ser dito agora se esvai. Nenhum sentimento, nada. Só a minha grande e antiga falta de sorte. Entretanto, vejo agora que quanto mais tentava fugir da realidade, mais a realidade me envolvia. Então resolvi ir a favor da maré e deixar as coisas seguindo o seu curso, sempre seguindo a máxima de Sun-tzu que resume muita coisa:

"O que está nas minhas possibilidades, eu faço.
O que não está, já não posso fazer."

sábado, 23 de setembro de 2006

"PARE"

Quando tudo começa a ir mal, quando as coisas começam a se tumultuar de tal forma a nada mais se organizar; não parece que há sempre algum fato que nos faz parar? Que, quando pensamos que tudo está perdido, esta coisa vem e, mistoriosamente, nos salva?
Talvez eu esteja "viajando" ou tomando a parte pelo todo, mas quando paramos parece que as coisas voltam ao normal naturalmente após a "tesmpestade". Parece ser realmente essencial essa pausa. Para qualquer pessoa, aliás, isto é essencial.

sábado, 16 de setembro de 2006

Chuva

Hoje é mais um dia que chove praticamente sem parar. Parece que a chuva é , além dum fenômeno físico, um fenômeno psicológico também. Muitas pessoas parecem não gostar dela, tendo algumas que chegam a afirmar que odeiam dias chuvosos (o verbo odiar, em qualquer língua do mundo, é muito forte). Já há pessoas que adoram a chuva, torcem para que a mesma ocorra.
Não se fazer praticamente nada em dias de chuva e ficarmos voltados mais para nós mesmos, é chamada "postura introspectiva". Por estarmos introspectivos e, muitas vezes, afastados das atividades que mais gostamos ficamos um pouco chateados a princípio, mas depois nos resignamos à situação.
Contudo, estar voltado à si mesmo é bom. Faz com que possamos pensar e analisar o que de bom e mal passou, onde é neccessário mudar e, quem sabe, poder ver os fatos como eles realmente o são. Isto é o pior. Ver as coisas como realmente são, isentas de julgamentos e estereótipos, é muito complicado, porque estamos sempre taxando o que é bom e ruim tanto as pessoas como os fatos e isto nos faz perder o que de melhor temos: a capacidade de aprender.
Tudo que aprendemos vem quando estamos com a mente aberta. Podemos aprender muito se nos livrarmos das amarras das visões pré-moldadas, os símbolos pré-concebidos. Os desenhos realistas praticamente saltam de qualidade se representarmos no papel cada traço que vemos sem a interferência dos nomes. As idéias que formamos à primeira, segunda ou, até mesmo terceira vista podem atrapalhar muito o relacionamento que poderíamos ter com determinada pessoa e o que poderíamos aprender com ela.
Porém, pessoas que se alegrem muito ao terem suas atividades desportivas simples, como o ato de caminhar, por exemplo, são muito perigosas. Gostar da chuva pelos motivos certos como a limpeza do solo das cidades; a revisão mental interna que inconscientemente se faz; o aumento do nível de água nos reservatórios--chuva, abencçoada chuva! É certo, justo e necessário. Mas gostar da chuva para se privar do convívio social é um absurdo!

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Não faça julgamentos

Eu, após tanto ser julgado, tanto dizerem coisas ruins sobre mim, após tantas vezes ter julgado e interpretado mal as coisas, percebi que o melhor método de não ser julgado é não julgar ninguém. Mesmo que continuem a racionar os meus pensamentos, tentem dominar o que eu devo ou não fazer, mesmo que tentem atrapalhar a minha vida de qualquer maneira ou controlá-la de forma a me sufocar; tentarei jamais julgar ninguém bem como ficar irado com as situações. Pelo que aprendi e o que ainda aprenderei com as pessoas, nada será poupado a justiça que será desencadeada; não por mim, mas que vem da natureza, que vem de Deus, portanto.

Nascem e morrem seres vivos. Tudo muda e evolui, nadaé constante e eterno. E o que é bom hoje, amanhã pode ser mal; o que é um mal hoje, amanhã pode ser considerado um bem.

domingo, 10 de setembro de 2006

Sobre o grau de importância das coisas

Tudo é importante em maior ou menor escala. Eu, que escrevo, sou importante, você, quem lê, também o é. Todas as coisas, todas as idéias; tudo tem importância.
A maior diferença está no que consideramos, está no valor que damos a cada coisa. Água, pra alguém que está no deserto, é crucial; mas que valor tem essa mesma água num jarro duma pessoa rica? Certamente, terá grande pesar; porém, não será tão signifiativa quanto para quem está no deserto.
Isto tem aplicação em tudo: para o dinhiro, para os estudos pessoais e , até mesmo, na vida pessoal. Um cidadão pode e deve levantar pesquisas com os mais diversos tipo de motivos; preocupado ou não com os resultados, ele chega lá, não deve desistir, porque aquela pesquisa é importante pra ele.
Essa teoria também se aplica curiosamente ao ser humano. Todas as pessoas são importantes; muito importantes, mesmo que não saibam, não reconheçam o grau de importância que alguém pode vir a ter. Por isto, costumo pensar que todas as pessoas que conheço são importantes; jamais desconsiderar ninguém; sempre procuro pensar que a próxima pessoa com a qual eu encontrar será a mais importante do mundo pra mim pelos próximos 20 minutos pelo menos. ( é tão bonito escrever, mas tente praticar...)
Um Mestre uma vez me ensinou a ver as coisas sob uma óptica muito revolucionária: toda arte é a forma da manifestação do espírito de alguém que acaba influenciando na forma de agir e pensar de que vê sua obra. Sob este aspecto, considerando que Deus também foi, de certa forma, um artista da criação, podemos chegar a conclusão de que : TODO SER HUMANO E TODO SER QUE HÁ NO UNIVERSO TEM UMA "PINCELADA" DIVINA, OU SEJA UMA PARTÍCULA QUE NOS LIGA DIRETAMENTE AO CRIADOR, FAZ COM QUE SIGAMOS A VOSSA VONTADE E SEJAMOS IMPORTANTES PARA OS SUPREMOS PLANOS".
Conheça o Mestre que me ensinou, indiretamente isto, vá em www.messianica.org.br